
24/03/2010
18/03/2010
10/03/2010
SONHOS
O sonho é uma experiência de imaginação do inconsciente durante o nosso período de sono. Esta experiência ocupa, geralmente, 20 a 25% do tempo de sono na idade adulta e cerca de 50% na idade infantil.
Os cenários do sonho vão do trivial ao maravilhoso e macabro. A nossa mente “adormecida” aceita sempre como normais estas alucinações, por muito exageradas que sejam: são “apenas sonhos”. Ao sonharmos, habitamos um mundo inteiro e subjectivo onde a razão e a realidade já não são soberanas.
Segundo o psiquiatra suíço Carl Gustav Jung os nossos sonhos não são apenas reveladores de desejos ocultos, mas também, uma ferramenta da mente que busca o equilíbrio como meio da compensação.

Os cenários do sonho vão do trivial ao maravilhoso e macabro. A nossa mente “adormecida” aceita sempre como normais estas alucinações, por muito exageradas que sejam: são “apenas sonhos”. Ao sonharmos, habitamos um mundo inteiro e subjectivo onde a razão e a realidade já não são soberanas.
Segundo o psiquiatra suíço Carl Gustav Jung os nossos sonhos não são apenas reveladores de desejos ocultos, mas também, uma ferramenta da mente que busca o equilíbrio como meio da compensação.

02/03/2010
23/02/2010
Medos Inatos
O medo de cobras é uma das fobias mais comuns, mas muitas pessoas nunca viram realmente uma cobra. Então, como se gera esse medo?
Segundo Dr. Judy Lobue, professsor de psicologia da Universidade da Virgínia "Esse sentimento é muito comum. (...) Nós não vemos cobras o tempo todo. Não há realmente nenhuma razão para esta aversão ou ódio esmagador de cobras".
No entanto, pesquisas sugerem que os seres humanos evoluíram uma tendência inata para sentir cobras e aprender a temê-las. Psicólogos descobriram que adultos e crianças poderiam detectar imagens de cobras entre uma variedade de objectos não-ameaçadores mais rapidamente do que eles poderiam identificar sapos, flores ou lagartas. Os pesquisadores acreditam que essa habilidade ajudou os humanos a sobreviver na selva. A mesma experiência produz os mesmos efeitos no caso das aranhas.
Apesar de a equipa não ter testado outras fobias, concluiu que essas predisposições não têm de ser necessariamente aplicadas a todos os níveis.
Segundo Dr. Judy Lobue, professsor de psicologia da Universidade da Virgínia "Esse sentimento é muito comum. (...) Nós não vemos cobras o tempo todo. Não há realmente nenhuma razão para esta aversão ou ódio esmagador de cobras".
No entanto, pesquisas sugerem que os seres humanos evoluíram uma tendência inata para sentir cobras e aprender a temê-las. Psicólogos descobriram que adultos e crianças poderiam detectar imagens de cobras entre uma variedade de objectos não-ameaçadores mais rapidamente do que eles poderiam identificar sapos, flores ou lagartas. Os pesquisadores acreditam que essa habilidade ajudou os humanos a sobreviver na selva. A mesma experiência produz os mesmos efeitos no caso das aranhas.
Apesar de a equipa não ter testado outras fobias, concluiu que essas predisposições não têm de ser necessariamente aplicadas a todos os níveis.
Sabe mais em: http://www.livescience.com/animals/080305-snakes-fear.html
10/02/2010
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